Thursday, January 31, 2013

Workshop “Segredos da Dança Egípcia” - Lisboa - 2 de Março






Workshop “Segredos da Dança Egípcia”

Dia 2 de Março, Sábado, em Lisboa (escola Inimpetus).



O Workshop que me vinha aquecendo o coração CHEGA, finalmente, a LISBOA (estreia mundial).

Acredito – e tenho-o comprovado ao longo da minha carreira no Egipto e pelo mundo – que a Dança Oriental é uma Arte Antiga de carácter religioso/amoroso/artístico/alquímico. Tem sido incompreendida, perseguida e maldita (como várias outros Tesouros da Humanidade que nos têm sido escondidos e negados) mas a HORA do seu RENASCIMENTO chegou.

Os segredos que desvelei ao viver e dançar profissionalmente na terra das Pirâmides foram reunidos e sintetizados neste Workshop que é uma Iniciação acima da iniciação comum de Dança Oriental.

Segredos, bases não reveladas, dicas provenientes dos subterrâneos e dos céus egípcios, pérolas que reuni – à custa de conquistas, suor, risos e lágrimas – na Grande Escola Iniciática do Egipto. Agora disponíveis: para VOCÊS.


*Horário:
Dia 2 de Março, Sábado:
Das 10.30h às 12.30h e das 14h às 16h (manhã e tarde)

 

***Programa:
Arqueologia da Dança-Alma-Criatividade-Egipto

Bases da “Técnica Invisível Joana Saahirah” (pilares do método de ensino que tenho desenvolvido ao longo destes anos); Segredos e dicas que nenhum professor passa – fruto da minha Jornada pessoal e profissional no Egipto e síntese do Mais Precioso que lá aprendi em oito anos de carreira com um sucesso que ninguém – excepto eu mesma – poderia ter previsto.

Passagem por curtas mas CENTRAIS combinações de estilos tão diferentes quanto Om Kolthoum, percussão, baladi, “shaabi” e folclore egípcio – cada estilo e combinação exemplificam alguns dos princípios, CHAVES, Segredos e CHÃO ALQUÍMICO da Dança Oriental.

O que define a Dança Oriental Egípcia (tesouro só acessível a quem estiver presente neste Workshop de CORPO e ALMA).

***Indicado para : Bailarinos/as (amadores ou profissionais) de Nível Intermédio-Avançado.


***Preço:
Um preço reduzido pelo workshop é oferecido com a intenção de permitir que o maior número possível de pessoas tenha acesso à Informação passada no Workshop e que essas mesmas pessoas a passem a outrém - criando assim uma corrente POSITIVA de transmissão de uma Nova Dança Oriental ou do Retorno à sua Raíz.

35 euros para inscrições até dia 15 de Fevereiro de 2013; 45 euros para inscrições de dia 16 de Fevereiro até ao dia do workshop.



***Forma de Inscrição:
Para inscrever-se no evento basta efectuar a transferência inter-bancária do valor relativo ao mesmo para o nosso
NIB: 0007 0075 0001 1250 0053 6 .
Depois de ter efectuado a transferência, pedimos o favor que nos avise da mesma através do email: dancemagica@gmail.com ou do telemóvel: 96 642 7997.
Só depois deste aviso poderá considerar-se inscrito/a. Além do aviso da data da transferência e nome em que foi feita, pedimos o favor que apresente o talão da mesma no dia do evento.


***Contactos para informações adicionais: dancemagica@gmail.com & Tm: 96 642 7997



***Local: Escola “Ininpetus” – Lisboa (Rua de Campolide, 27 A - Lisboa)
Telf: 213 157 815 / www.inimpetus.org



***Organização:

Joana Saahirah do Cairo




Blogs:
&
www.joanamagica.blogspot.com

Tenho dito: e feito ( Série "I have a dream..." )

Tenho dito: feito: questionado quem Dança.
Porque DANÇAS (especialmente quando se trata de um profissional ou aspirante a tal). 
Esta é uma das várias - ainda incompreendidas - bases da técnica "invisível" que criei e  tenho desenvolvido ao longo da minha curta mas intensa carreira na Dança Oriental.

Coloco as cartas na mesa: porque razão danças ou te apresentas num palco? 
E, invariavelmente, recebo a mesma resposta bem intencionada inconsciente: "nunca tinha pensado nisso."

Para mim, enquanto Artista, Professora e Público de Dança Oriental é clara a motivação de quem está em cima do palco. Será dos meus olhos raio-x? 

A MOTIVAÇÃO-RAZÃO por trás da nossa Dança define em, pelo menos, 50% a sua qualidade e a forma como chega (ou não) ao nosso público. 
Para mim, a Dança Oriental sempre foi um chamamento de auto-descoberta e poder pessoal e criativo tão fantásticos que se tornou IMPOSSÍVEL guardá-lo só para mim e não partilhá-lo com outras pessoas.

Fiz-me SONHO através desta Dança e desse SONHO nasceu uma carreira de sucesso em precedentes - primeiro em Portugal, depois no Egipto e agora um pouco pelo mundo inteiro e com tendência a expansão para outras galáxias).:) O que me MOVE e MOTIVA nesta escalada não é o comum exercício de vaidade e ego-trip mas uma VONTADE irreprimível de partilhar a MAGIA que descobri e re-confirmei vezes sem conta no âmago da Dança Oriental.

Como tão bem se explica neste vídeo que passo a partilhar, A questão essencial não é O QUE FAZEMOS ou COMO O FAZEMOS mas SIM PORQUE O FAZEMOS. Tenho dito e ensinado ISTO há anos e agora encontro um eco - o primeiro de muitos, espero - que o apoia e faz brilhar.

P.S. "O círculo dourado": o que fazes - como o fazes - PORQUE o FAZES.
Sugiro que vejam o MAGNÍFICO vídeo (via Michele Pó):





Wednesday, January 30, 2013

(Louco) Solo de percussão no Coração* da Rússia.

Há quem dance pelas mais diversas razões; das minhas razões sei eu;).
Danço como quem salta num precipício, em busca esperançada de um novo Vôo que me leve mais longe e mais alto. Arriscar; experimentar; fazer aquilo que SINTO em determinado momento e pouco - ou nada - ouvir das críticas e opiniões alheias que acham sempre que mais vale seguir com a corrente e, passo a citar, "dar às pessoas aquilo que elas querem" (o que, no caso da Dança Oriental, é pouco mais do que uma patetada de lantejoulas na qual uma mulher bonita se contorce sensualmente (???) ao som de músicas exóticas. 

"No, thank you." - Não estou interessada em ir com as correntes - excepto a minha.

A ideia era criar um solo de percussão com sabor a "shaabi" egípcio (autêntico, não algo "representado e copiado daqui e dali"), com uma pitada de Bob Fosse e do meu amor antigo: os musicais da Broadway.

O traje é inspirado nas raparigas egípcias de hoje em dia (contradições ambulantes) e o GOZO, o PRAZER, o DIVERTIMENTO com que dancei neste grande palco da Rússia foi algo que as palavras não podem exprimir mas que se pode antever neste vídeo.


Divirtam-se a ver - tanto quanto me diverti a DANÇAR o que se segue (impossível de definir, tal como a Arte que está sempre em evolução):
http://www.youtube.com/watch?v=qEfy8wHoQac


Irmã(s) Lua: Susaninha.

Mais uma partilha LUNAR em forma de imagens dos meus amados Arcanos (uma das  minhas múltiplas fascinações) e de mais um texto LINDO da Susana Tomás - por quem eu já pronunciei um justíssimo carinho e admiração.
É MUITO bom ver uma Mulher florescer - e florescer eu também nesse espectáculo a que assisto e do qual faço parte. Somos todos UM. Certíssimo.

Aqui fica um novo texto da Susaninha sobre a LUA dentro de nós:



Pérolas atiradas ao ar*


  1. "Que não esqueça que a subida mais escarpada e mais à mercê dos ventos é sorrir de alegria."
    Clarice Lispector













    "Da minha língua vê-se o mar."
    Vergílio Ferreira
    (citação DIVINA arrancada de um jornal português encontrado à minha chegada a Istambul, Turquia)














    "Vou continuar, é exactamente da minha natureza nunca me sentir ridícula.
    Eu me aventuro sempre, entro em todos os palcos."

    Clarice Lispector

Tuesday, January 29, 2013

Workshops e TERTÚLIA ORIENTAL no PORTO - Fevereiro!



  • Ok: eis mais um evento só para quem está - VERDADEIRAMENTE - interessado na Dança Oriental como forma Artística e Terapêutica.

    Vamos trabalhar duro, rir duro, divertirmo-nos e desafiarmo-nos duro. Tudo a cem por cento!

    NOTA:
    Na noite anterior ao Workshop, realizaremos  uma magnifica Tertúlia com Joana Saahirah na Casa Barbot, em Gaia! 
    Entrada Gratuita!




    Mais informações através do FB (Ahmar Bellydance);  ahmar@live.com.pt 
    e 963607838.

Amor em EILAT (ecos do MARAVILHOSO FESTIVAL)*

Eu e o queridíssimo Samir - à beira mar, Eilat, depois de um belíssimo cappuccino e muito riso.

Mais uma nova Inspiração de Mulher e Artista: Nourhan Sherif; LINDA, FORTE, HUMANA, TALENTOSA. Adoro-a!
Eu e o Shai - queridíssimo companheiro de palco.

Aguardando - ansiosa! - mais fotografias e vídeos dos meus Workshops 
(Oriental Moderno; Baladi Saahirah; Saidi- Tahtib madness; Folclore - núbio) e Actuações de palco no FESTIVAL de EILAT. Enquanto isso, ficam com estes doces em forma de imagens.

Saleh - o percussionista mais enérgico e simpático do mundo! - animando a malta (24 horas por dia).


Fotografia de Nourhan Sharif - à beira mar (vendo o meu Egipto na outra margem).

FIESTA, baby! Eis o FESTIVAL EILAT.:)


Leitura OBRIGATÓRIA: Eça de Queiroz "is DA MAN"!

É uma vergonha admiti-lo mas aqui vai: nunca tinha lido o clássico (menos conhecido) de Eça de Queiroz ("DA MAN") escrito aquando da sua viagem ao Egipto (pelo ano de 1869) por ocasião da inauguração do canal do Suez.

Os relatos que Eça tão magistralmente partilha nesta pérola-livro deixam-me boquiaberta - num misto de cúmplice reconhecimento e de tristeza por ver o quão pouco (ou nada) o Egipto e todo o o Médio Oriente realmente evoluiram em mais de um século de Vida-História.

Pessoas, lugares, mentalidade, comportamentos, contradições e maravilhas que eu conheço - mais profundamente do que a sensatez desejaria - estão ali expostas por Eça de Queiroz em forma de espelho fiel do que o Egipto ainda é hoje em dia. Fica a pergunta: o que tem retido o Egipto nas grutas da ignorância? Que karma pesado tem aquele "meu" país para que a Evolução pareça impossível e para que a escuridão se propague de dia para dia, de ano para ano e de século para século?!

Mordaz, sofisticado sem pretensões provincianas, crítico com um sentido de humor inteligente que não subestima a capacidade de entendimento dos leitores: GENIAL, assim é  o portuguesíssimo Eça de Queiroz. E, como todos os génios: INTEMPORAL.

P.S. Como boa detective que sou, encontro dicas "escondidas-indirectas" sobre a Dança Oriental em cada página deste livro. 
Redescubro também que temos - em PORTUGAL - uma das melhores LITERATURAS do mundo e que é uma lástima apodrecida que persistamos em menosprezar o nosso TALENTO, IDENTIDADE e ALMA.

Um MUST para todos os que se interessam pelo Egipto e/ou pela Dança Egípcia:
"O Egipto - Notas de Viagem", Eça de Queiroz 



" O Egipto é um país de passagem . Tudo ali passa, tudo ali descansa, tudo ali repousa.
 É o caminho da Índia. É o caminho da Pérsia. É o centro onde acodem todos os povos da África Oriental. É o escoadouro das populações ambulantes do Mediterrâneo e do Levante. Tudo para ali emigra, até os pássaros, porque tudo o que tem asas, quando nos nossos climas começa o Inverno, foge para o velho Egipto."
In: "O Egipto - Notas de Viagem", Eça de Queiroz.
Outra sugestão de LEITURA para os amantes do mundo árabe (grata ao Américo Cardoso pela referência de mais esta Pérola): "A Mão de Fátima", Ildefonso Falcones.

O Ego: esse velho amigo (???)

Existe uma confusão imensa entre auto-confiança e arrogância ou egocentrismo. Muitos destes conceitos que tendemos a meter no mesmo saco deveriam ser esmiuçados, ensinados a partir do zero, digeridos e colocados em acção com inteligência.

Quando em - interessante - conversa com Nourhan Sharif (fantástica professora de Dança Oriental com escola em Nova Iorque e uma Mulher fascinante) fomos parar ao assunto dos palcos e do egocentrismo, não pude deixar de referir a QUESTÃO que coloco, cada vez mais frequentemente, a quem estuda ou trabalha na área da Dança Oriental:

Porque danças? Porque razão te apresentas num palco? 
O que te conduz, estimula, dá razão ao teu percurso na Dança Oriental?


Claro que é rara a pessoa que se colocou estas questões. Na maioria das vezes, agimos por impulsos inconscientes e seguimos - cegamente - por caminhos que, mais tarde ou mais cedo, nos devolverão a cegueira-ilusão-inconsciência que nos motiva.

É importante - senão mesmo ESSENCIAL - estar-se na Dança Oriental para EVOLUIR, APRENDER e DAR - não para tirar: atenção, massagens ao ego, vaidade alimentada a seringadas de elogios e outros tantos ramos que florescem de uma mente ainda MUITO imatura e omni -potente e presente. 

Gostarmos de nós não significa julgarmos ser o centro do universo; termos segurança em nós mesmos não significa diminuir o valor das outras pessoas e tentar eliminar a "competição" como forma de nos "afirmarmos" no nosso pequeníssimo reino; amar-se a si mesma não inclui a ARROGÂNCIA ou a PREPOTÊNCIA de achar que as pessoas ao nosso redor têm de pentear a guedelha do nosso famigerado ego.
Tanto Caminho pela frente...não é?



Por estes dias (lunares)...

Sem este menino - o café - eu não era ninguém. Haja corpo, cérebro, coração e Alma para toda esta VIDA!
Companheiro fiel da escrita, da leitura, do reencontro de amigos, dos despertares.

Basicamente: é isto. Mais coisa, menos coisa.

Novas Criações no meu Caldeirão Mágico (mais do que nunca!).
Na Escrita, na Dança, nos novíssimos projectos e VITÓRIAS que 2013 já trouxe, traz e trará.
 Tudo começa dentro de nós: a dança - como a Vida.


Pois claro: eis-me aqui representada pelo "Louco"  do meu amado Tarot ( Arcano 0  ). A eterna aprendiz, aventureira, criança, amante - teimosamente agarrada a uma ingenuidade que me preserva a Humanidade.
Amén e AMEM. Novas aventuras, saltos e VOOS
"on the way".

Aqui fica o desafio mais difícil de todos (para mim): ORAR, ESPERAR e CONFIAR. 
Que a Lua em mim me dê essa Sabedoria: a do Silêncio. Que o Yin floresça em mim e deixe o meu Yang descansar um pouco (que ele se encoste a uma árvore a ler um bom livro, please!).

Ensinar é: Humano (VALORES na Dança Oriental)

Via: Cris Farah  Bellydance (Página "Silêncio! Meus quadris estão falando.")



Quanto mais os meus horizontes de expandem (alargando-se do Egipto ao mundo inteiro e - proximamente - a outras galáxias) reforça-se a ideia de que a Missão de ENSINAR Dança Oriental não passa apenas por transmitir técnica de dança, cultura, coreografias e todo o espólio de MATERIAL DIDÁCTICO que todos os PROFISSIONAIS deveriam conhecer e transmitir.

Chega-me com a clareza de água pura a noção de que são VALORES e uma NOVA MENTALIDADE que esta dança traz no seu bico de andorinha e nas suas asas de eterna Fénix.

Com a Evolução vem a Responsabilidade - essa palavra tão saturnina e assustadora para a maioria - de TRANSMITIR IDEIAS, ÉTICA, VALORES HUMANOS que formem melhores BAILARINAS/OS ao mesmo tempo que forma SERES HUMANOS mais CONSCIENTES, INTELIGENTES (da Inteligência do coração e da alma: não da inteligência mental que apenas acumula-armazena o velho, o pressuposto e o que já está morto, feito, pensado, sentido e tantos outros etcs já caducos).


Já era raro ver-se um PROFESSOR (e reparem que uso a palavra em maiúsculas para distinguir o trigo do joio: há muito bom "professor/a" que não passa de um/a oportunista que precebe tanto de Dança Oriental como eu percebo do funcionamento dos intestinos de um crocodilo); mais raro é verem-se MESTRES que DESPERTAM os seus alunos para si mesmos e que colam à parte técnica e artística da Dança Oriental O elemento* MÁGICO que transforma, expande, magnetiza e re-constrói os seres humanos desta nova era que agora encetamos.

Porque não existem mais profissionais inseridos nesta NOVA FORMA de ENSINAR Dança Oriental? Creio que não se pode ensinar senão pelo EXEMPLO. Só podemos despertar outros para determinado caminho luminoso quando nós mesmos já percorremos - ou estamos a percorrer - esse caminho. A velha máxima "faz aquilo que te digo; não faças aquilo que eu faço" já era, meus amigos.

ENSINA-SE dando o exemplo e isso exige o Máximo do Professor - a todos os níveis. 
Aqui fica o DESAFIO* (para mim e para todos os que AMAM-RESPEITAM a Dança Oriental e a querem ver CRESCER como merece).


Monday, January 28, 2013

"Transvanguarda" da Dança Oriental


E aqui deixo a referência bibliográfica de um EXCELENTE livro que o meu querido Américo me ofereceu:
"Na rua árabe" ao autor Nuno Rogeiro.
Aqui fica uma pérola - mais uma! - do querido Américo Cardoso:

Quando corrigido por mim no uso do termo "Velha Guarda" aplicado a ele próprio, a mim, à Yolanda Rebelo, à Sara Naadirah e à AdiraGram ( conferencistas da Tertúlia Oriental do passado Sábado) o Américo corrigiu o termo referindo que nós não somos da velha guarda mas da "TRANSVANGUARDA" da Dança Oriental.

Achei o máximo, é claro (as nossas batatinhas do LIDL são eternas, caro Américo); mas permitam-me excluir-me de qualquer grupo ou movimento. 

Não pertenço a grupos, movimentos, tendências, modas, máfias, organizações, rectaguardas, atrás-guardas, vanguardas ou transvanguardas. 
Pertenço a mim mesma, à Alma do Mundo, a toda a Individualidade e a toda a Unidade que ela acarreta. Tenho dito: e feito.:)







Re-União*

E foram assim o Workshop e a Tertúlia-Conferência do passado Sábado:

* Amorosos;
*Felizes;
*Entusiasmantes;
*Ternos;
*Ampliadores de horizontes, mentes e corações.

Não é possível - talvez nem desejável - ter controle sobre a mentalidade e conduta de outros. Sim, é certo que existe maldade a mais no mundo (ou talvez a quantidade certa para que o equilíbrio atómico, hormonal e sabe Deus mais que "al" se mantenha e a Vida feita de aparentes opostos se perpetue); é certo que a mesquinhez, a competição com o vizinho do lado e a mentalidade-zinha do corte e costura e das invejas pequeninas me soam a deselegância, mau gosto, falta de talento e cérebro. 
Sim: é certo que já me exasperei com a mediocridade que tantas vezes me rodeou mas chega um momento em que entendemos que não podemos - MESMO - eliminar ou mudar o que quer que seja nos OUTROS (apenas em nós mesmos).
E foi nessa nova base de aceitação que organizei um curto mas - espero! - produtivo e excitante Workshop (Oriental moderno e Folclore egípcio: núbio) e uma tertúlia-conferência com a participação especial de pessoas a quem quero muito bem pelas mais diversas razões 
( AdiraGram, Sara Naadirah, Yolanda Rebelo, Américo Cardoso).
Do tanto que aprendemos e falámos fica uma mensagem subliminar :
UNAM-SE - em todos os sentidos. É frequente - como as ervas daninhas em campos não cultivados - o equívoco de julgar (eis o problema dos "julgamentos" = equívocos! ) que é virando as costas e destruindo a suposta "competição" que se vence. 

É óbvio que esta forma de pensar e agir está conforme ao Velho Mundo - do qual estamos a começar a sair neste momento - e que as trapaças, as maldades, as cunhas e corrupção generalizada ainda valem ouro a muito má gente mas, em nome do orgulho próprio (quanto mais não seja!) vamos lá ver:

Alguém que precisa de virar as costas à "suposta" competição, mal dizê-la, diminuíla e prejudicá-la (no Egipto é mais: eliminá-la de raíz para não incomodar as hostes e máfias instituidas)  não pode ser GRANDE ARTISTA.
Quem precisa que os outros sejam mais pequeninos para ela/e se sentir grande é - obviamente - pouco interessante fraco, triste.



A mensagem que deixei no Workshop e na Tertúlia deste Sábado foi a de UNIR, DIGNIFICAR a Dança Oriental e quem a pratica e parar de atacar os vizinhos do lado que se vêm como ameaça ao "nosso territoriozinho" (desculpem os diminutivos mas não existe outra forma de exprimir a pequenez ridícula). 

Os GRANDES não temem outros que se movem no mesmo meio; não temem quem tem tanto a ensinar-lhes; não temem a qualidade e o talento alheios.
Os GRANDES têm a humildade de seguir aprendendo com quem se encontra um pouco mais à frente na Caminhada; têm admiração, respeito e carinho pelo sucesso alheio conseguido por mérito (simplesmente porque esse sucesso é uma visão do quanto nós mesmos podemos atingir se trabalharmos e lutarmos por isso); têm CURIOSIDADE de ir mais além e de olhar para o vizinho do lado com os olhos de uma Criança que apenas quer crescer: Crescer: CRESCER (no sentido vertical e dianteiro-transfronteiriço).

Rimo-nos, dançámos, inspirámo-nos mutuamente e eu - em particular  - desejei que Portugal (o país que me viu nascer) renasça para ser aquilo que sempre foi suposto ser: uma porta-binóculo-janela- precipício amoroso virado, aberto, expandido, ampliado para o MUNDO.


Que a Comunidade da Dança Oriental se una, se entreajude e CRESÇA em qualidade - não em egos insuflados que em nada nos dignificam (eis o meu desejo menos escondido).


Thursday, January 24, 2013

Espelhos lunares*


  1. "E pronto: rebentaram-me as águas (salvo-seja!) do Coração dos Olhos. Ó rapariga, quanto me fizeste chorar: AGORA.

    Sem mais palavras porque elas são do campo do Pensar e aqui fala-se de SENTIR.
    Lá te espero: no Sábado: na Eternidade.
    Com Amor (sempre sinónimo de Liberdade)."

    Comentário que fiz ao "post" que a Susana Tomás fez no seu blogue. 
    Ainda aquática (esta lua cheia PROMETE*), partilho com vocês o texto que ela tão amorosa e lunarmente escreveu e que me tornou, num segundo, mais aquática e luminosa (at the same time).

    Bem hajas, Susaninha.


    Para aceder à abertura da minha Barragem do Assuão basta seguirem o link:

Joana Saahirah em Málaga, Espanha ( Festival "Almárabe")


Tão feliz por anunciar o meu regresso a Espanha (Málaga) já no próximo mês de Março - FESTIVAL "ALMÁRABE"  organizado por Esalim Danza del Vientre (encontram-na no Facebook por este nome).

Reencontro com o meu amigo Mohamed El Sayed (vamos aprontar das boas!:), com as lindas e carinhosas bailarinas espanholas e com o meu amado Pablito (Pablo Picasso).

"Les Demoiselles D'Avignon"
*
"O que já fiz não me interessa. Só penso no que ainda não fiz."
Pablo Picasso

*




Dançar mais com a Lua (em mim): marcado na Agenda*.

O.K: o trabalho de casa nunca termina e as mensagens chegam dos sítios mais inesperados.
Além de muitas outras coisinhas mágicas a transformar, SEI - agora - que é na LUA que vou andar nos próximos tempos e - sendo fiel a mim própria - tirarei o máximo partido dessa condição.

Ser mais LUNAR - ou assumir a LUA em mim (hope I got it right). 
Hmm...isto vai ser uma revelação (já o SINTO=LUA activa em mim).
Nada melhor do que abrir este novo capítulo como a lua cheia que se aproxima e dentro de mim vai (amorosamente) explodir-dançar-celebrar.

A Lua em mim: na minha Dança: no meu Coração: na minha Vida (and YES: está TUDO interligado).

P.S. Cada vez mais apaixonada pela Vida.

Comida para a Alma*:( consultas de Susana Tomás)


Isto é assim: sabe quem me conhece que eu partilho TUDO o que gosto, me preenche, me inspira e me espelha. 

Por isso - e muito mais - aqui faço a apologia do Amor, da Partilha e do Auto-Conhecimento através da Astrologia e do trabalho da minha querida Susana Tomás.

Saber se vai chover ou fazer sol; se o vizinho do lado nos empresta um pouco de açucar; se o amor das nossas vidas nos baterá à porta; se herdaremos isto ou aquilo são coisas pequeninas, indefeníveis e perecíveis demais. 
IMPORTANTE mesmo é conhecermos este instrumento DIVINO que é o nosso corpo, mente, coração e Alma e percebermos qual a melhor forma de DANÇARMOS com o Universo.
Arrogante daquele que julga - alucinado... - que tem total poder sobre a sua Vida e o desfecho  dos acontecimentos que nela moram e dela se despedem; pobre daquele que julga - igualmente aluciando e precocemente derrotado... - que nada pode fazer para mudar o seu Destino. 
Abençoado aquele que sabe que é de mãos DADAS com a VIDA que melhor nela se navega* (e é aqui que entra a Boa Astrologia).


O caminho da Arte, da Dança, da Música, da Escrita - e tantos outros caminhos aos quais (distraídos) não sabemos baptizar - levam-nos à velha máxima do Filósofo Grego "Sócrates": CONHECE-TE A TI MESMO.
Outros Mestres o disseram, directa ou indirectamente. 
Como Obra em constante re-construção e redescoberta que somos, acredito que faz sentido alinhar as arestas, olhar com limpidez para o nosso Mapa da Vida e ver até que ponto podemos lhe podemos dar as mãos e assim retirar o melhor que ela tem para nos oferecer (retirar o Melhor do "melhor e do pior porque é nele que está a Arte da Alquimia").

Sim: sou uma teimosa optimista e rejeito o miserabilismo, a fraqueza (não a fragilidade - polo irmão da Força) e o negativismo. Daí Saber* que tudo pode ser encarado como DESAFIO, MONTANHA a ser escalada, exercício de fortalecimento do nosso Carácter e da nossa Alma.

Sugiro que experimentem uma consulta-encontro-conversa com a Susana Tomás e que se SURPREENDAM, APRENDAM, tirem o maior partido dessa Existência a que a maioria chama Deus e a que eu chamo, simplesmente, Vida. 

A Susana é - acima de tudo - HUMANA e acreditem que tal qualidade é rara nos dias que correm. Partindo deste privilegiado estado de SER, um encontro "astrológico" passa a ser um encontro dinâmico onde dois SERES HUMANOS se encontram para se redescobrirem. É tão mágico quanto a ponta dos nossos dedos. Atrevam-se a perceber porquê.

Bons encontros: boas descobertas: BOA VIDA!*


*Visitem o Blogue da Susana Tomás para mais informações sobre o trabalho que ela desenvolve através dos links:

http://susanatomas73.blogspot.pt/

http://susanatomas73.blogspot.pt/p/consultas.html#!/p/consultas.html




Dedicado à Susanita (irmã Lua)*



  • "Para fluir comigo, a vida pedia que eu soltasse o medo e me entregasse. 
    Que dissesse sim. 
    Que acreditasse nela. 
    Eu não sabia como fazer, mais sentia, entre as contrações, que ela estava fazendo por mim, através de cada experiência que eu atraía para o meu caminho. 

    Naquele dia, grande, acordei com a sensação de que o tempo era outra coisa. De que a vida era outra coisa. E eu também."

    "Acorda, vai. Pega este café. Despede a preguiça. Desperta que é hora de seguir adiante. Pega aquele brilho, aquela disposição, a alegria temporária dos dias de folia e adicione fé, cor e coragem pra fazer valer e durar os novos e tantos dias de luta que virão."


    (Ana Jácomo)

Tuesday, January 22, 2013

Tesouros privados***

Eis alguns dos meus tesouros privados:
Um dos quadros pintados e oferecidos pela minha mais querida amiga: Margarida Pó.  Título do quadro: A Vontade.

Nª 1: Libreto to Musical "Billy Elliot" ao qual fui assistir no passado mês de Dezembro, em Londres;
Nº2: Fotografia do meu queridíssimo amigo e professor Mahmoud Reda. Mahmoud com cerca de 3 anos , montado num avião da 2ª guerra mundial e empunhando uma "assustadora" pistola;
Nª3: Livro "Pursued by a Bear" comprado na loja de "souvenirs" do Teatro "The Globe", conhecido pela sua associação a William Shakespeare - Bankside, Londres;
Nº4: Camponesa de barro oferecida pela minha irmã Yasmine Kamel;
Nº5:  Anjo dentro de uma tijelinha que trouxe de Yucatán, no México. Ao seu lado está (pouco visível) uma tabuleta de metal com a imagem da Nossa Senhora de Fátima e uma inscrição que diz "Deus é Amor" - presente da minha avó e amuleto de protecção e benção que levo para todo o lado onde vou actuar e ensinar;
Nº6: Álbum de imagens do verdadeiro Egipto compilado pela minha sister Yasmine Kamel.
Nº 7: Santa negra do Brasil oferecida pela minha mãe;
Nº8: Escultura de madeira trazida de Moçambique por um querido amigo meu (a FORÇA da intenção com que se oferece algo é Mágica).


Outro belo e carinhoso quadro pintado para mim  pela minha amiga Margarida Pó e um anjo oferecido por  Sandra Maryam aquando da minha partida para o Egipto (altura em que toda ESTA* Aventura começou).

Pormenor da fotografia de Mahmoud Reda, em bebé, montado num avião e segurando uma perigosa pistola ;).