Tuesday, January 29, 2013

Ensinar é: Humano (VALORES na Dança Oriental)

Via: Cris Farah  Bellydance (Página "Silêncio! Meus quadris estão falando.")



Quanto mais os meus horizontes de expandem (alargando-se do Egipto ao mundo inteiro e - proximamente - a outras galáxias) reforça-se a ideia de que a Missão de ENSINAR Dança Oriental não passa apenas por transmitir técnica de dança, cultura, coreografias e todo o espólio de MATERIAL DIDÁCTICO que todos os PROFISSIONAIS deveriam conhecer e transmitir.

Chega-me com a clareza de água pura a noção de que são VALORES e uma NOVA MENTALIDADE que esta dança traz no seu bico de andorinha e nas suas asas de eterna Fénix.

Com a Evolução vem a Responsabilidade - essa palavra tão saturnina e assustadora para a maioria - de TRANSMITIR IDEIAS, ÉTICA, VALORES HUMANOS que formem melhores BAILARINAS/OS ao mesmo tempo que forma SERES HUMANOS mais CONSCIENTES, INTELIGENTES (da Inteligência do coração e da alma: não da inteligência mental que apenas acumula-armazena o velho, o pressuposto e o que já está morto, feito, pensado, sentido e tantos outros etcs já caducos).


Já era raro ver-se um PROFESSOR (e reparem que uso a palavra em maiúsculas para distinguir o trigo do joio: há muito bom "professor/a" que não passa de um/a oportunista que precebe tanto de Dança Oriental como eu percebo do funcionamento dos intestinos de um crocodilo); mais raro é verem-se MESTRES que DESPERTAM os seus alunos para si mesmos e que colam à parte técnica e artística da Dança Oriental O elemento* MÁGICO que transforma, expande, magnetiza e re-constrói os seres humanos desta nova era que agora encetamos.

Porque não existem mais profissionais inseridos nesta NOVA FORMA de ENSINAR Dança Oriental? Creio que não se pode ensinar senão pelo EXEMPLO. Só podemos despertar outros para determinado caminho luminoso quando nós mesmos já percorremos - ou estamos a percorrer - esse caminho. A velha máxima "faz aquilo que te digo; não faças aquilo que eu faço" já era, meus amigos.

ENSINA-SE dando o exemplo e isso exige o Máximo do Professor - a todos os níveis. 
Aqui fica o DESAFIO* (para mim e para todos os que AMAM-RESPEITAM a Dança Oriental e a querem ver CRESCER como merece).


Monday, January 28, 2013

"Transvanguarda" da Dança Oriental


E aqui deixo a referência bibliográfica de um EXCELENTE livro que o meu querido Américo me ofereceu:
"Na rua árabe" ao autor Nuno Rogeiro.
Aqui fica uma pérola - mais uma! - do querido Américo Cardoso:

Quando corrigido por mim no uso do termo "Velha Guarda" aplicado a ele próprio, a mim, à Yolanda Rebelo, à Sara Naadirah e à AdiraGram ( conferencistas da Tertúlia Oriental do passado Sábado) o Américo corrigiu o termo referindo que nós não somos da velha guarda mas da "TRANSVANGUARDA" da Dança Oriental.

Achei o máximo, é claro (as nossas batatinhas do LIDL são eternas, caro Américo); mas permitam-me excluir-me de qualquer grupo ou movimento. 

Não pertenço a grupos, movimentos, tendências, modas, máfias, organizações, rectaguardas, atrás-guardas, vanguardas ou transvanguardas. 
Pertenço a mim mesma, à Alma do Mundo, a toda a Individualidade e a toda a Unidade que ela acarreta. Tenho dito: e feito.:)







Re-União*

E foram assim o Workshop e a Tertúlia-Conferência do passado Sábado:

* Amorosos;
*Felizes;
*Entusiasmantes;
*Ternos;
*Ampliadores de horizontes, mentes e corações.

Não é possível - talvez nem desejável - ter controle sobre a mentalidade e conduta de outros. Sim, é certo que existe maldade a mais no mundo (ou talvez a quantidade certa para que o equilíbrio atómico, hormonal e sabe Deus mais que "al" se mantenha e a Vida feita de aparentes opostos se perpetue); é certo que a mesquinhez, a competição com o vizinho do lado e a mentalidade-zinha do corte e costura e das invejas pequeninas me soam a deselegância, mau gosto, falta de talento e cérebro. 
Sim: é certo que já me exasperei com a mediocridade que tantas vezes me rodeou mas chega um momento em que entendemos que não podemos - MESMO - eliminar ou mudar o que quer que seja nos OUTROS (apenas em nós mesmos).
E foi nessa nova base de aceitação que organizei um curto mas - espero! - produtivo e excitante Workshop (Oriental moderno e Folclore egípcio: núbio) e uma tertúlia-conferência com a participação especial de pessoas a quem quero muito bem pelas mais diversas razões 
( AdiraGram, Sara Naadirah, Yolanda Rebelo, Américo Cardoso).
Do tanto que aprendemos e falámos fica uma mensagem subliminar :
UNAM-SE - em todos os sentidos. É frequente - como as ervas daninhas em campos não cultivados - o equívoco de julgar (eis o problema dos "julgamentos" = equívocos! ) que é virando as costas e destruindo a suposta "competição" que se vence. 

É óbvio que esta forma de pensar e agir está conforme ao Velho Mundo - do qual estamos a começar a sair neste momento - e que as trapaças, as maldades, as cunhas e corrupção generalizada ainda valem ouro a muito má gente mas, em nome do orgulho próprio (quanto mais não seja!) vamos lá ver:

Alguém que precisa de virar as costas à "suposta" competição, mal dizê-la, diminuíla e prejudicá-la (no Egipto é mais: eliminá-la de raíz para não incomodar as hostes e máfias instituidas)  não pode ser GRANDE ARTISTA.
Quem precisa que os outros sejam mais pequeninos para ela/e se sentir grande é - obviamente - pouco interessante fraco, triste.



A mensagem que deixei no Workshop e na Tertúlia deste Sábado foi a de UNIR, DIGNIFICAR a Dança Oriental e quem a pratica e parar de atacar os vizinhos do lado que se vêm como ameaça ao "nosso territoriozinho" (desculpem os diminutivos mas não existe outra forma de exprimir a pequenez ridícula). 

Os GRANDES não temem outros que se movem no mesmo meio; não temem quem tem tanto a ensinar-lhes; não temem a qualidade e o talento alheios.
Os GRANDES têm a humildade de seguir aprendendo com quem se encontra um pouco mais à frente na Caminhada; têm admiração, respeito e carinho pelo sucesso alheio conseguido por mérito (simplesmente porque esse sucesso é uma visão do quanto nós mesmos podemos atingir se trabalharmos e lutarmos por isso); têm CURIOSIDADE de ir mais além e de olhar para o vizinho do lado com os olhos de uma Criança que apenas quer crescer: Crescer: CRESCER (no sentido vertical e dianteiro-transfronteiriço).

Rimo-nos, dançámos, inspirámo-nos mutuamente e eu - em particular  - desejei que Portugal (o país que me viu nascer) renasça para ser aquilo que sempre foi suposto ser: uma porta-binóculo-janela- precipício amoroso virado, aberto, expandido, ampliado para o MUNDO.


Que a Comunidade da Dança Oriental se una, se entreajude e CRESÇA em qualidade - não em egos insuflados que em nada nos dignificam (eis o meu desejo menos escondido).


Thursday, January 24, 2013

Espelhos lunares*


  1. "E pronto: rebentaram-me as águas (salvo-seja!) do Coração dos Olhos. Ó rapariga, quanto me fizeste chorar: AGORA.

    Sem mais palavras porque elas são do campo do Pensar e aqui fala-se de SENTIR.
    Lá te espero: no Sábado: na Eternidade.
    Com Amor (sempre sinónimo de Liberdade)."

    Comentário que fiz ao "post" que a Susana Tomás fez no seu blogue. 
    Ainda aquática (esta lua cheia PROMETE*), partilho com vocês o texto que ela tão amorosa e lunarmente escreveu e que me tornou, num segundo, mais aquática e luminosa (at the same time).

    Bem hajas, Susaninha.


    Para aceder à abertura da minha Barragem do Assuão basta seguirem o link:

Joana Saahirah em Málaga, Espanha ( Festival "Almárabe")


Tão feliz por anunciar o meu regresso a Espanha (Málaga) já no próximo mês de Março - FESTIVAL "ALMÁRABE"  organizado por Esalim Danza del Vientre (encontram-na no Facebook por este nome).

Reencontro com o meu amigo Mohamed El Sayed (vamos aprontar das boas!:), com as lindas e carinhosas bailarinas espanholas e com o meu amado Pablito (Pablo Picasso).

"Les Demoiselles D'Avignon"
*
"O que já fiz não me interessa. Só penso no que ainda não fiz."
Pablo Picasso

*




Dançar mais com a Lua (em mim): marcado na Agenda*.

O.K: o trabalho de casa nunca termina e as mensagens chegam dos sítios mais inesperados.
Além de muitas outras coisinhas mágicas a transformar, SEI - agora - que é na LUA que vou andar nos próximos tempos e - sendo fiel a mim própria - tirarei o máximo partido dessa condição.

Ser mais LUNAR - ou assumir a LUA em mim (hope I got it right). 
Hmm...isto vai ser uma revelação (já o SINTO=LUA activa em mim).
Nada melhor do que abrir este novo capítulo como a lua cheia que se aproxima e dentro de mim vai (amorosamente) explodir-dançar-celebrar.

A Lua em mim: na minha Dança: no meu Coração: na minha Vida (and YES: está TUDO interligado).

P.S. Cada vez mais apaixonada pela Vida.

Comida para a Alma*:( consultas de Susana Tomás)


Isto é assim: sabe quem me conhece que eu partilho TUDO o que gosto, me preenche, me inspira e me espelha. 

Por isso - e muito mais - aqui faço a apologia do Amor, da Partilha e do Auto-Conhecimento através da Astrologia e do trabalho da minha querida Susana Tomás.

Saber se vai chover ou fazer sol; se o vizinho do lado nos empresta um pouco de açucar; se o amor das nossas vidas nos baterá à porta; se herdaremos isto ou aquilo são coisas pequeninas, indefeníveis e perecíveis demais. 
IMPORTANTE mesmo é conhecermos este instrumento DIVINO que é o nosso corpo, mente, coração e Alma e percebermos qual a melhor forma de DANÇARMOS com o Universo.
Arrogante daquele que julga - alucinado... - que tem total poder sobre a sua Vida e o desfecho  dos acontecimentos que nela moram e dela se despedem; pobre daquele que julga - igualmente aluciando e precocemente derrotado... - que nada pode fazer para mudar o seu Destino. 
Abençoado aquele que sabe que é de mãos DADAS com a VIDA que melhor nela se navega* (e é aqui que entra a Boa Astrologia).


O caminho da Arte, da Dança, da Música, da Escrita - e tantos outros caminhos aos quais (distraídos) não sabemos baptizar - levam-nos à velha máxima do Filósofo Grego "Sócrates": CONHECE-TE A TI MESMO.
Outros Mestres o disseram, directa ou indirectamente. 
Como Obra em constante re-construção e redescoberta que somos, acredito que faz sentido alinhar as arestas, olhar com limpidez para o nosso Mapa da Vida e ver até que ponto podemos lhe podemos dar as mãos e assim retirar o melhor que ela tem para nos oferecer (retirar o Melhor do "melhor e do pior porque é nele que está a Arte da Alquimia").

Sim: sou uma teimosa optimista e rejeito o miserabilismo, a fraqueza (não a fragilidade - polo irmão da Força) e o negativismo. Daí Saber* que tudo pode ser encarado como DESAFIO, MONTANHA a ser escalada, exercício de fortalecimento do nosso Carácter e da nossa Alma.

Sugiro que experimentem uma consulta-encontro-conversa com a Susana Tomás e que se SURPREENDAM, APRENDAM, tirem o maior partido dessa Existência a que a maioria chama Deus e a que eu chamo, simplesmente, Vida. 

A Susana é - acima de tudo - HUMANA e acreditem que tal qualidade é rara nos dias que correm. Partindo deste privilegiado estado de SER, um encontro "astrológico" passa a ser um encontro dinâmico onde dois SERES HUMANOS se encontram para se redescobrirem. É tão mágico quanto a ponta dos nossos dedos. Atrevam-se a perceber porquê.

Bons encontros: boas descobertas: BOA VIDA!*


*Visitem o Blogue da Susana Tomás para mais informações sobre o trabalho que ela desenvolve através dos links:

http://susanatomas73.blogspot.pt/

http://susanatomas73.blogspot.pt/p/consultas.html#!/p/consultas.html