Monday, June 2, 2014

Salva-vidas express*

O subestimado poder do chocolate.
 
Salva-vidas ou os estranhos elementos aos quais recorro para manter-me inspirada, viva, com VONTADE* de criar e viver.

Saudável e viciante: parte essencial do meu pequeno-almoço.

Acham que precisa de comentário?! Nahh...

Dormir - tão simples como isto.

Café, café e mais café. Olha, podia ter-me dado para as drogas!

De volta ao Básico*

GRANDE inspiração: acabei de ler esta biografia e estou apaixonada. MUITO bom*

"Stop and smell the roses, darling..".- literalmente.

A-Mar*

Dançar, SABER que o sol brilha teimosamente - sempre e apesar de qualquer desalento.

Yallah! Escalando mais uma MAGNÍFICA montanha*

YES, sir!

Colocando o meu coração em tudo o que faço - com urgência, paixão, inevitável entrega.
 

Truques* essenciais

Joana Saahirah cantando para a Mamã Galina (com amor)


Se há coisas que me aquecem o coração, esta é uma delas: um miminho que gravei, por brincadeira e amor, para a Mamã Galina (a mãe - GRANDE MÃE - de uma maravilhosa bailarina/pessoa: Olesya Efremova).

 Imaginem (se puderem), a cena: eu e um grupo maravilhosos de russos (organizadoras do Festival "Spring of Oriental" em Astrakhan, amigos, alunos, etc) num jantar de despedida que me foi dedicado.Comida russa, riso, flores (sempre flores: muitas!), fotografias e uma maratona de canto inédita: canções russas tradicionais da parte dos meus anfitriões e canções portuguesas (Fado, claro!) e Jazz da minha parte.
 Dado curioso: sou tímida - MUITO tímida - embora toda a minha carreira e postura pública o contradigam. Mas coloquem-me com um grupo "íntimo" de pessoas que me querem bem (e a quem eu quero bem) e ponham-me a cantar e aí conhecerão um outro lado que raras pessoas conhecem.

Depois de uma semana de muito - e magnífico, devo dizer...- trabalho (actuando, ensinando e julgando nas competições do Festival e ministrando aulas particulares), esta foi a forma como decidiram mostrar-me a sua gratidão e carinho. E como o conseguiram!
 De todos os que me trataram como a uma rainha (e foram muitos, graças a Deus), a Mamã Galina vem no topo da lista:

Curou-me uma queimadura que tinha feito num dedo simplesmente segurando-me na mão como se fosse minha mãe;
Observou-me - com lágrimas nos olhos - enquanto dançava (ela não sabia que eu a via mas eu sabia que ela me via a mim);
Cuidou-me e respeitou-me para lá do que é profissional e, acima de tudo, VIU-ME, entrou no meu coração e abraçou-o. Isto, senhores e senhoras, não tem preço.

O vídeo amador que têm neste "post" foi a maneira (pessoal...só ela entenderá o seu significado) de dizer: GRATA, MAMÃ GALINA e TAMBÉM EU TE VI E TE ADORO.

Joumana Haddad (porque gosto de Mulheres corajosas)


Falando a (incómoda) verdade; colocando os pontos nos "i"s.

Gosto de Joumana Haddad e da sua coragem; gosto de pessoas que falam o que tantos outros calam na esperança de contribuir para a nossa evolução enquanto Humanidade.

Gosto de Pessoas. Ponto final. Não gosto particularmente de homens e mulheres das cavernas (esses deviam estar onde pertencem: no passado, fechados nas páginas dos livros escolares).

Acreditar* (começa e acaba em nós mesmos)

Citação de um dos meus livros favoritos "The Help" de Kathryn Sockett
 
A vida tem uma forma peculiar de desarmar-nos constantemente. As aparências enganam; as pessoas mudam (nem sempre para melhor); os "inimigos" revelam-se amigos e os amigos revelam-se inimigos.
Dizem-nos que o sucesso é bom - certamente que é (especialmente quando é merecido e conquistado com valor e integridade) mas ninguém nos diz que ele tem um preço e que nos isola. O sucesso - a longo prazo, particularmente - tende a criar invejas, antipatias gratuitas e afastamento daqueles que nos são mais próximos. É como se a nossa luz contínua trouxesse as frustrações alheias à tona de água; sem explicações nem lógica, tornamo-nos símbolos de tudo o que "eles" (amigos e estranhos) não alcançaram, fizeram ou experienciaram. Não é fácil compreender estas (e outras fraquezas) humanas.
A vida mostra-me - uma vez mais - que o mundo à nossa volta nem sempre nos apoiará ou desejará bem. Por vezes, são aqueles que dizem amar-nos que menos nos apoiam e acreditam em nós. É precisa a maturidade - e a força - para sermos nós mesmos a ACREDITAR sem depender de palmadas nas costas alheias.
Se eu não gostar de mim, quem gostará? - Dizia o reclame de uma marca de leite.
Se eu não acreditar - persistentemente - em mim, quem acreditará? É essa a questão.
 

 


À estalada!

 
A sério: continuo a não suportar manias de grandezas. Quanto menor o talento, a inteligência e o valor, mais alto é o nariz. Ridículo, simplesmente ridículo!
A minha paciência - que nunca foi abundante - começa a esgotar-se (I MEAN: REALLY!) e a disposição para lidar com idiotas é nula.
(Hhhmmm...interessante) 


Inspiração*********************

Foi o meu Pablito (Picasso, para os distraídos) que disse: a inspiração existe mas tem de encontrar-nos a trabalhar.
Absolutamente.
Trabalhando no meu novo livro como se disso dependesse a minha vida (porque, talvez, dependa).
Há um tempo para tudo: este novo bebé teve de ser escrito em carne viva no calor dos dias cairotas e editado (pela primeira vez) quando comecei a viajar mais intensamente pelo mundo. Começou por partir de um mundo à parte - o Egipto - para abrir as suas portas ao mundo inteiro, ampliando palavras, ideias e realidades.
Depois - assim ditou o meu sexto sentido - ele teve de ficar em repouso como a massa de um bolo especial que enrolamos num pano e colocamos à sombra a maturar, fermentar, ganhar vida. Assim foi.
AGORA* chegou o tempo para dar-lhe uma última pincelada, esculpi-lo uma última vez, cortar e polir as arestas. É tempo de renascer, uma vez mais.
Não é fácil - este livro é altamente pessoal (embora pareça ficção) e leva-me a reviver (e a compreender e PERDOAR) um mundo que nunca aceitei e contra o qual me rebelei. Rever e entrar profundamente nas muitas* páginas deste bebé e decidir o que vai e o que fica (cortar:cortar:cortar) é também ACEITAR as diferenças, ter compaixão pela ignorância (a minha e a deles) e encontrar paz e gratidão numa Jornada coroada de sucesso e vitória mas também de dor, desilusões e quase morte (física).

Fui ao Egipto resgatar o passado - o meu, o da dança oriental genuína. Isso é claro. O que só agora se torna claro é o que realmente vale a pena GUARDAR e o que é para DESCARTAR.

Escrever ou/e editar o meu novo livro é:

1. Retiro espiritual;
2. Obsessão;
3. Viagem ao interior de mim mesma;
4. Coragem; Coragem; Coragem;
5. Auto-conhecer-me;
6.Trabalho de perdão;
7. Ousadia;
8. Persistência;
9. Fé (em mim, na vida);
10. Amor - sempre o amor. Sem ele, nenhum dos aspectos acima referidos pode existir.