Monday, June 9, 2014

O que me toca o Tralala*


Juro que não. Aquele encontro bombástico de terceiro grau com o meu Jude (Law, para quem andar muito distraído) foi muito mais do que fogo no rabo - foi uma revolução hormonal da qual jamais recuperei.

 P.S.: As hormonas SABEM o que fazem.

Toca, sim senhores/as.

Sunday, June 8, 2014

Pessoas lindas que a Vida me oferece*

 
Estou certa de que é a qualidade humana que encontramos (ou atraímos) pelo Caminho fora (dentro) que esculpe a nossa felicidade e nos define em grande medida.
Aqui estão imagens de algumas dessas pessoas bonitas (coração bonito: muito além das aparências) que dão forma à minha felicidade.
Nestas imagens encontram-me a abraçar consistentemente ("I´m a natural hugger!") Katalin Shafer, Warda Maravilha e Sophie Armoza - também conhecidas como o
gangue do "Pumping & Vaxing" (não perguntem o que é isto...este clube é secretíssimo e permanecerá na mesma caixa de enigmas da Esfinge e das Pirâmides de Gizé). 





Saturday, June 7, 2014

Coisas de adolescente*




Descobrindo novos mundos...

É isto que tenho feito nas últimas semanas e o que farei nas que se seguem. Fazer - com teimosa paixão - a edição final do meu próximo livro é mais do que trabalho, mais do que criatividade ou desafio: isto tem sido uma limpeza daquelas! Abençoada seja a intuição e a vida que colocou viagens de trabalho e outro livro
("The Secrets of Egypt - Dance, Life & Beyond") no meu Caminho, permitindo que este novo bebé descansasse como a massa de um bolo que precisa de dormir na sombra de uma cozinha silenciosa, a fermentar enrolado num pano às florzinhas, até poder ir ao forno.
Reescrevendo, cortando, repensando e re-SENTINDO o sentido (desculpem o quase-pleonasmo) da Jornada e fechando um GRANDE CICLO de vida com sucesso, orgulho e gratidão. Também isto é DANÇA - também isto é ALQUIMIA.

Sem medos: pela primeira vez, SEM MEDOS (isto merece uma celebração!)
 

Vade retro, urubu!

Se conheço esta sensação?! Então não conheço?
O que me remete para o tema dos urubus: aquele pessoal(zinho) que prefere ocupar o seu tempo e energia a invejar, lançar o mau-olhado e outras delícias para cima do jardim do vizinho em vez de se ocupar do seu próprio jardim.
Sei que viver é aprender a DIGERIR mas há coisas que, por mais vezes que tenha visto e sido f.............por elas, jamais digeri ou entendi. Até pessoas que consideramos amigas nos surpreendem com esta velha fraqueza, derrubando-nos as certezas e os sorrisos.

A mediocridade, o mal dizer os outros (nas suas costas, como é próprio dos cobardolas desocupados) e a cobiça põem-me doente - literalmente.
Vade retro, urubu! 

 

Thursday, June 5, 2014

Miminhos (da Rússia)

 
Miminhos cibernéticos enviados por Lubov Fel* (de Samara, no sul da Rússia).
Disfarço mal - sei que disfarço muito mal: no fundo, sou um coração derretido.
Grata à Vida por tantas bênçãos, saúde, amor, sucesso, surpresas que remendam o coração, lições, amigos, apoio e inspiração constantes e SONHOS REALIZADOS*********************




Apenas duas palavras: ORGULHO & RESPEITO*



 
 
 
 
 
 
Sentindo-me (profundamente) orgulhosa de mim mesma. Just one word: RESPECT.
Excertos do meu próximo livro
Trilogia "Diário do Egipto":

"A previsível conversa entre mãe e filha não tardou em chegar -também a minha mãe achava que permanecer no Cairo, dadas as circunstâncias actuais, era uma loucura inútil. Como qualquer mãe mentalmente saudável faria, ela tentou mostrar-me o risco de ali ficar sozinha com as condições – ou falta delas - que se me ofereciam. Que faria eu, sem trabalho ou qualquer apoio? Se viera para dançar profissionalmente e isso me era vedado por lei, que ficaria eu a fazer naquele país inóspito quando a minha vida já lançada me esperava em Portugal, apenas à distância de uma viagem de avião?
-As portas estão fechadas, Joana! Todas fechadas.

Não se trata de não ver o sentido destes argumentos. Vi-os, como vejo hoje. Mas acredito que as grandes decisões da nossa vida não são tomadas a partir da Razão e da sensatez. Num lapso de pensamento, no vazio que separa uma inspiração da outra existe um espaço sagrado onde só a nossa Alma vibra e foi nesse território invisível que tomei a decisão de ficar - apesar das aterradoras tempestades anunciadas no horizonte."

 ***
 

 
 
 
Escolhas: são elas que nos definem – a nós e às nossas vidas.

 Quase não nos apercebemos da sua importância porque elas se disfarçam de pequenos nadas, bolas de sabão, instantes quotidianos que, somados, esculpem a vida e o que dela decidimos fazer. Repara, querido/a leitor/a: há quem crie Oceanos com uma tempestade e quem prefira o conforto da morte por afogamento.  

ESCOLHAS. 

 De decisão tomada – sim, ficaria no Egipto para o que desse e viesse – e casa nova alugada na zona de Heliópolis, chegou o temido dia de ir levar a minha mãe no aeroporto e voltar a casa sozinha com duas mãos cheias de nada, uma lei injusta que me impedia de seguir o meu sonho e uma mente labiríntica, fértil em busca de saídas e esperanças renovadas no meio das cinzas. "
 
Por Joana Saahirah - TODOS OS DIREITOS RESERVADOS