Thursday, May 30, 2013

E a vencedora é...Lu Ain Zaila*


Eis a vencedora do Concurso "World bellydance contest" lançado por mim: Lu Ain Zaila.

Muitos Parabéns à Lu e a todas as outras queridas bailarinas que participaram com as suas respostas, definições de "Dança Oriental" e presença amorosa. O meu abraço mais carinhoso para todas vocês!











Aqui ficam as respostas (vencedoras) enviadas pela Lu (tudo em inglês):


1- At what age did Joana Saahirah start to study classical ballet?
Answer: She began your studies with 5 years old.
...

2 - When did Joana Saahirah perform on television for the first time (when and where)?
Answer: Your first performance was in Portugal in the television in a children´s show called “Brinca, brincando” with 5 years old.

3 - What is ORIENTAL DANCE (YOUR OWN DEFINITION)?
Answer:
The Oriental Dance is an art alive with the amazing ability to be both public and personal. She carries in her intimate, the sharing and the transformation of the human being who is chosen by her to dance.
This reality certainly is due to its original essence, contemplation of life itself, but today in a broader context, search liveliness in each of us.
Oriental dance only is complete when we can bring afloat, the ability to expose yourself, seems simple, but is very difficult, because it depends largely of our emotions experienced by each of our senses: a hug, a kiss, or the witness of the more simple joy.
Our ability to express themselves through of body in movement depends on our resignation to the walls we erect around our feelings and of who we are, and allow to be seen loving every inch of Arabic poetry in lyrics, feeling in your core the touch of each instrument as an extension of heart, of soul is a personal challenge, private shared with the audience that craves this exchange .

The movements characteristic of oriental dance are important, but no mean nothing if we do not we give them literally our identity, because to express a broken heart, loving, a smile or pain is not something simple, there is no room in this dance for a representation of a ethereal figure, incidentally, nor for representation because the movements are not static, the feeling is not plastic, not request mime and yes, our ability unique and unmistakable to express who we are and the feelings that come to the skin.

Oriental dance is an art that involves our senses in various ways and this perception and respect for what it means, and what it is essentially is what feeds creativity and gives us awareness of what we do and interpret.
This ability to express the oriental dance in a manner genuine and integrates not only comes from the heart, but the study, knowledge and of the sensory immersion we need to do in this "life". Not only movements and music make the oriental dance, she makes yourself of our ability to dream with life around the Nile, with the wind of the desert, the streets full of markets, family celebrations, colors, smells and sounds that are not music or movement, but the true inspiration, the life again."


Lu Ain Zaila

 

Wednesday, May 29, 2013

Joana Saahirah* na Eslovénia (Workshops em Setembro*)

 
E eis que o Destino que me leva a mais um (belíssimo cantinho do Mundo*): a Eslovénia!
Abençoada e GRATA - sempre e cada vez mais - pela oportunidade de concretizar TODOS OS MEUS SONHOS ("and ámen to that!").
 


Tuesday, May 28, 2013

Souvenirs de Espanha (Festivais em Málaga e País Basco)=AMOR*

Dançando- ou contando histórias sem palavras - através da DANÇA ORIENTAL (essa linguagem universal do AMOR).



Conhecendo San Sebastian - País Basco - e dizendo olá ao mar.


Dando a conferência sobre Cultura, Música e Dança Egípcia em San Sebastian (País Basco).

"Let me tell you a story..." - no palco de San Sebastian.

Os meus pés - no espectáculo de Málaga (na minha amante ancestral: Andaluzia).

Mirando Deus (ou a esquina mais vulnerável do meu Coração*).

Paris no horizonte* (Fevereiro 2014)

 
E aqui está a publicidade que - já - começa a ser feita para o grande
Festival "Cairo By Night" em Paris (Fevereiro de 2014). O arrepiozinho na espinha começa - desde agora - a dançar por mim acima e posso imaginar o fabuloso ÊXITO que vai ser este bombástico evento.
Da parte que me toca, só o MELHOR - e para lá disso - serve por respeito a mim mesma e às pessoas que (cada vez mais) conhecem, acarinham, compreendem e APOIAM a minha VISÃO* da Dança Oriental.
Evolução: expansão: amor e paixão: e um quente AMEN a tudo isso. Que se faça VIDA-AMOR.

Saturday, May 25, 2013

Comida para a Alma*: Mais Clarice.

A PERIGOSA AVENTURA DE ESCREVER

 Minhas intuições se tornam mais claras ao esforço de transpô-las em palavras. “Isso eu escrevi uma vez. Mas está errado, pois que, ao escrever, grudada e colada, está a intuição. É perigoso porque nunca se sabe o que virá – se se for sincero. Pode vir o aviso de uma destruição, de uma autodestruição por meio de palavras. Podem vir lembranças que jamais se queria vê-las à tona. O clima pode se tornar apocalíptico.
O coração tem que estar puro para que a intuição venha. E quando, meu Deus, pode-se dizer que o coração está puro? Porque é difícil apurar a pureza: às vezes no amor ilícito está toda a pureza do corpo e alma, não abençoado por um padre, mas abençoado pelo próprio amor. E tudo isso pode-se chegar a ver – e ter visto é irrevogável. Não se brinca com a intuição, não se brinca com o escrever: a caça pode ferir mortalmente o caçador.”

CLARICE LISPECTOR, “A Descoberta do Mundo”
 
Via: Página do Facebook "Perto do Coração Selvagem" - link: https://www.facebook.com/pages/Perto-do-Cora%C3%A7%C3%A2o-Selvagem/138041193046419

Friday, May 24, 2013

Comida para a Alma (de uma Mulher*)

DIÁLOGO IMAGINÁRIO ENTRE VIRGÍNIA WOOLF E CLARICE LISPECTOR.…

O QUE É UMA MULHER?

- "O que é uma mulher? Eu lhes asseguro, eu não sei. Não acredito que vocês saibam. Não acredito que alguém possa saber até que ela tenha se expressado em todas as artes e profissões abertas à habilidade humana.” - Virginia Woolf
...

- Você tem razão Virgínia, "É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo." *

- Sim eu lhe digo: “A mulher não está sabendo, mas ela está cumprindo uma coragem. A coragem da mulher é a de não se conhecendo, no entanto prosseguir, e agir sem se conhecer exige coragem”. * Clarice Lispector

Via: Rosa Leonor Pedro

Thursday, May 23, 2013

A minha lua (em imagens)

"A Vontade" - quadro oferecido pela minha queridíssima Guidinha. Rosário hindu (trazido de Haridwar, India) pendurado na ponta.

Retrato de Mahmoud Reda (sim, esse mesmo: o Pai do Folclore egípcio) - bebé, pousando com uma pistola na mão.


Retratos do Egipto e o meu incenso.

Quadro dedicado a mim (a figura em azul sou eu, segundo a própria autora do quadro) - pintado pela Guidinha.

A minha Lady (Om Kolthoum)*

Quadro com montagem de fotografias minhas oferecido por uma das minhas assistentes egípcias (Naglé) e "abat-jour" com Farid el Atrash e a sua mítica companheira cinematográfica: Samia Gamal.

Souvenirs, notas, apontamentos de todo o MUNDO (com muitos dos meus mundos lá dentro).

Retrato: eu e Mahmoud (Reda) depois de um dos inúmeros cursos que ensinei a seu lado e detalhe de retrato do Mahmoud em bebé.

Auto-retrato tirado no País Basco (San Sebastian, Espanha) - preparação para o espectáculo onde actuei.